quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O Feudo USP fecha seus portões e coloca catraca em suas caravanas

Os buzuca que rodam dentro da Cidade Universitária que levam, estudantes, funcionários, visitantes e são muito utilizados pela população que mora no entorno são grátis e abertos a todos deixarão de rodar só de dia e só dentro dos limites dos portões.



Também rodarão no período noturno e irão até à estação de metrô butantã.

Personagem reaça, bobão, puxa-saco: "Óh e você quer dizer que isso é ruim? Vocês do movimento estudantil só sabem reclamar das coisas! Olha só que boa mudança que o magnífico reitor Rodas fez!"

Pois bem, o que até então era grátis e livre, passará a ser apenas grátis. Pois somente a comunidade uspiana poderá usar.
Será necessário o uso de um bilhete para a catraca. Bilhete que será distribuído para alunos, funcionários e professores da usp.



Vamos lá pensar nas implicações disso.

Cidade Universitária e Favela São Remo

A Usp se fecha cada vez mais em seu feudo, expulsando a população externa. (Em população externa, leia "povo fedido, pobre e bandido da favela São Remo" que é vizinha de um portão de pedestres da usp, que o povo da fefeleche usa pra subir o morro e comprar tóxico pra fazer suas festinhas e greves.)

O temido portão

Ontem o bus era grátis, livre e sem catraca. Hoje é grátis, com catraca. O bilhete único da usp (BUSP) também. Com certeza a segunda via já é paga. e amanhã os calouros vão ter que pagar 10 reais pela emissão. E depois de amanhã os veteranos também. Assim como os funcionários e professores.

Daqui um tempinho, o passe vai custar algo baratinho, como cinquenta centavos e depois um real.

E assim a usp vai se tornando a passos largos, junto de suas fundações, bancos e empresas cada vez menos pública.

(Assim como a unesp, unicamp, outras estaduais e as federais)



A USP hoje

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mais um golpe republicano à vista

Nos Estados Unidos o partido republicano inicia mais um golpe para as eleições.

O que a Flórida, pelas mãos do Busht tio, já fez para reeleger Bush filho está agora se tornando lei em 7 estados. E outros 27 estados (atualmente os republicanos governam 29 estados) estão pensando em fazer o mesmo.





O que fazem? Endurecem as leis de quem e como podem votar. Motivo? "Estudantes costumam votar como esquerdistas" diz um grande representante do partido Republicano.

Além disso essas leis também endurecerão para negros, latinos,  pobres...

Resumindo, estão colocando em andamento o que o povo sulista brasileira clamou para fazer aos nordestinos na última eleição.

E como adoramos copiar os americanos... Já já essa merda chega para cá...



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

No Feudo USP um defensor da ditadura é o Senhor

A USP é um monumento parado no tempo. No tempo da ditadura.

Artigos e dispositivos legais da época da ditadura por lá continuam valendo. E quando estes não servem, não tem problema, o reitor passa por cima de qualquer colegiado e expulsa funcionários, estudantes e quem ele quiser, quando ele quiser. Nas férias sem avisar ninguém, sem discutir com nínguem manda derrubar prédios antigos que estavam servindo ao Núcleo de Consciência Negra e à entidades estudantis. E manda derrubar sem se preocupar se tem gente dentro ou não.

Mas porque faria diferente? Ele não é um simples REItor ele é um interventor. Ele é uma marionete do projeto neoliberal tucano para a universidade pública paulista.



Na USP não tem eleição para REItor, tem uma consulta. Uma consulta para um colegiado ínfimo, diga-se de passagem, e nessa consulta o senhor jurista defensor da ditadura ficou em segundo. E ainda assim foi escolhido pelo, então governador, Senhor "lazarento, desgraçado, maníaco" José Serra para ser o REItor, digo, interventor.

Digo defensor da ditadura pois em inúmeros casos de julgamento em que esteve presente, esteve do lado do estado. Inclusive no caso de Zuzu Angel. Para maiores informações sobre o jurista Rodas defensor do estado militar ditatorial sugiro as leituras da postagem Conceição Lemos no Viomundo: Relatório da Secretaria de Direitos Humanos confirma: Reitor da USP votou contra vítimas da ditadura. E veja o relatório completo no livro Direito à memória e à verdade.

Ele permitiu a entrada da tropa de choque da PM na Faculdade de Direito quando por lá foi diretor. Desativou prédio, biblioteca, deixou coisas caindo aos pedaços. Como reitor convidou a tropa de choque para espacar e prender estudantes todas as vezes que teve chance, além de demitir 270 funcionários de uma só vez.

O famoso píres na mão

Mas tudo isso não é o que quero falar...

Na USP, na construção de um monumento em homenagem aos mortos e desaparecidos da ditadura, a placa da construção se refere à esse período como Revolução de 1964.

Placa chama ditadura de revolução

Chamar a ditadura de revolução é uma ofensa a qualquer pessoa que pense.
É de um incrível crime de tentativa de reescrita da história. É a Folha chamando a ditadura brasileira de ditabranda. É o REItor da "melhor" universidade do Brasil chamando a ditadura de revolução.

É hora de o poder popular tomar a USP e tirar da mão dessa oligarquia nojenta que domina o estado de São Paulo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O que você acha de um político gastar dinheiro público pra fazer um jornal que fala bem dele?


Vamos lá...
Se a Dilma pagasse pro Maurício de Souza fazer uma turma da Mônica falando que o país vai uma maravilha e tudo por culpa dela seria um escândalo, não?

Mas em Botucatu não foi...

A Prefeitura de Botucatu “investiu” (cachê de Maurício de Souza e aquisição de gibis) R$ 273 mil durante a realização da Feira Municipal do Livro. A iniciativa é legal, interessante. Mas mandar fazer um gibi que fica mostrando o quão Botucatu é boa e arrumada por conta do prefeito já é de exagerar, não?

Desenho e nome do Prefeito (clique para ampliar)

Propaganda pessoal (clique para ampliar)


Não sei se é exagerar, mas que é crime, é...

Vamos à lei:


Constituição Federal sobre o princípio da impessoalidade:
Art. 37, §1º, da CF/88:
“A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens  que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.”


Observe também o que diz a Lei 9.784/99, em seu art. 2º, parágrafo único, inc. III, que determina que, nos processos administrativos, serão observados os critérios de objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades.


O pior é que não vi nada na imprensa municipal...

João Cury, quer trazer alguém importante para a Feira? Ótimo! Quer dizer para o Brasil que a cidade é boa (mesmo não sendo). Ótimo!
Mas não faça propaganda pessoal com o dinheiro do povo.

Lembrem-se, nesse ano temos eleições municipais!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano novo, que não muda nada...

Agora nessa hora estamos todos desejando feliz ano novo, vida nova, saúde e felicidades e tantas outras coisas que sabemos que não acontecerão.

Afinal o problema não é o ano. É o sistema.

Direi feliz ano novo quando zerarmos nossa contagem e começarmos em um novo sistema: Comunista.

Até lá... Muita luta camaradas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Não tenho preconceito, mas...

Vivemos em uma linda sociedade onde tudo é lindo e todas as pessoas se amam. Vemos diariamente nas novelas e outras fantasias o quanto tudo por aqui é lindo.

Vamos em nossos programas de humor e as piadas são feitas sobre estupros e abusos sexuais que acontecem diariamente no metrô paulistano. Bastante engraçado, né?

Vamos pra outro programa e tudo o que acontece é ridicularizar a classe trabalhadora brasileira. Chamar  trabalhadores de feios, gordos, magrelos, desdentados e comparar com mulheres reais que mais parecem de borracha.



E rimos disso tudo. Rimos das pegadinhas nos programas ou das video-cassetadas de domingo.

E é nessa linda sociedade machista, racista, sexista, religiosamente fundamentalista, branca paulista e carioca vamos gerando absurdos comos os abaixo listados:

não é preconceito nem racismo, tenho MUITO respeito pelos negros,mas o gilberto gil parece um macaco, coitado

NAO SOU RACISTA MAS AF MARLUCE MINHA EMPREGADA GANHA QUINHENTOS REAIS POR MES E AINDA FAZ ESSA COMIDINHA RUIM??? AF SO PODIA SER PRETA

Eu não tenho preconceito nenhum, mas filha de empregada vir em casa encher o saco já é a mais.

Eu não tenho preconceito com Baianos! só acho eles feio! Isso não é preconceito.

Não sou preconceituoso, mas tanto se fala em homofobia, fanatismo evangelico e tal... quem vai proteger brancos, heteros e cristãos?

eu não tenho preconceito contra gays mais contra viado sim, saibam diferenciar.




Estes e outros absurdos foram reunidos pelo tumblr http://naotenhopreconceito.tumblr.com/
Acesse, divulgue...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Murar o medo

Poderia escrever, falar, ou qualquer coisa sobre o tema (inclusive estou fazendo um mestrado sobre) mas jamais conseguiria tão ótima síntese como este escritor moçambicano fez neste vídeo.



O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demónios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem, os anjos atuavam como uma espécie de agentes de segurança privada das almas. Nem sempre os que me protegiam sabiam da diferença entre sentimento e realidade. Isso acontecia, por exemplo, quando me ensinavam a recear os desconhecidos. Na realidade, a maior parte da violência contra as crianças sempre foi praticada não por estranhos, mas por parentes e conhecidos. Os fantasmas que serviam na minha infância reproduziam esse velho engano de que estamos mais seguros em ambientes que reconhecemos. Os meus anjos da guarda tinham a ingenuidade de acreditar que eu estaria mais protegido apenas por não me aventurar para além da fronteira da minha língua, da minha cultura, do meu território.

O medo foi, afinal, o mestre que mais me fez desaprender. Quando deixei a minha casa natal, uma invisível mão roubava-me a coragem de viver e a audácia de ser eu mesmo. No horizonte vislumbravam-se mais muros do que estradas. Nessa altura, algo me sugeria o seguinte: que há neste mundo mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas.

No Moçambique colonial em que nasci e cresci, a narrativa do medo tinha um invejável casting internacional: os chineses que comiam crianças, os chamados terroristas que lutavam pela independência do país, e um ateu barbudo com um nome alemão. Esses fantasmas tiveram o fim de todos os fantasmas: morreram quando morreu o medo. Os chineses abriram restaurantes junto à nossa porta, os ditos terroristas são governantes respeitáveis e Carlos Marx, o ateu barbudo, é um simpático avô que não deixou descendência.

O preço dessa construção de terror foi, no entanto, trágico para o continente africano. Em nome da luta contra o comunismo cometeram-se as mais indizíveis barbaridades. Em nome da segurança mundial foram colocados e conservados no Poder alguns dos ditadores mais sanguinários de toda a história. A mais grave herança dessa longa intervenção externa é a facilidade com que as elites africanas continuam a culpar os outros pelos seus próprios fracassos.

A Guerra-Fria esfriou mas o maniqueísmo que a sustinha não desarmou, inventando rapidamente outras geografias do medo, a Oriente e a Ocidente. E porque se trata de novas entidades demoníacas não bastam os seculares meios de governação… Precisamos de intervenção com legitimidade divina… O que era ideologia passou a ser crença, o que era política tornou-se religião, o que era religião passou a ser estratégia de poder.

Para fabricar armas é preciso fabricar inimigos. Para produzir inimigos é imperioso sustentar fantasmas. A manutenção desse alvoroço requer um dispendioso aparato e um batalhão de especialistas que, em segredo, tomam decisões em nosso nome. Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade. Para enfrentar as ameaças globais precisamos de mais exércitos, mais serviços secretos e a suspensão temporária da nossa cidadania. Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho começaria pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e do outro lado, aprendemos a chamar de “eles”.

Aos adversários políticos e militares, juntam-se agora o clima, a demografia e as epidemias. O sentimento que se criou é o seguinte: a realidade é perigosa, a natureza é traiçoeira e a humanidade é imprevisível. Vivemos – como cidadãos e como espécie – em permanente situação de emergência. Como em qualquer estado de sítio, as liberdades individuais devem ser contidas, a privacidade pode ser invadida e a racionalidade deve ser suspensa.

Todas estas restrições servem para que não sejam feitas perguntas [incomodas] como, por exemplo, estas: porque motivo a crise financeira não atingiu a indústria de armamento? Porque motivo se gastou, apenas o ano passado, um trilião e meio de dólares com armamento militar? Porque razão os que hoje tentam proteger os civis na Líbia são exatamente os que mais armas venderam ao regime do coronel Kadaffi? Porque motivo se realizam mais seminários sobre segurança do que sobre justiça?

Se queremos resolver (e não apenas discutir) a segurança mundial – teremos que enfrentar ameaças bem reais e urgentes. Há uma arma de destruição massiva que está sendo usada todos os dias, em todo o mundo, sem que sejam precisos pretextos de guerra. Essa arma chama-se fome. Em pleno século 21, um em cada seis seres humanos passa fome. O custo para superar a fome mundial seria uma fracção muito pequena do que se gasta em armamento. A fome será, sem dúvida, a maior causa de insegurança do nosso tempo.
Mencionarei ainda outra silenciada violência: em todo o mundo, uma em cada três mulheres foi ou será vítima de violência física ou sexual durante o seu tempo de vida… A verdade é que sobre uma grande parte do nosso planeta pesa uma condenação antecipada pelo simples facto de serem mulheres.

A nossa indignação, porém, é bem menor que o medo. Sem darmos conta, fomos convertidos em soldados de um exército sem nome, e como militares sem farda deixamos de questionar. Deixamos de fazer perguntas e de discutir razões. As questões de ética são esquecidas porque está provada a barbaridade dos outros. E porque estamos em guerra, não temos que fazer prova de coerência nem de ética nem de legalidade.

É sintomático que a única construção humana que pode ser vista do espaço seja uma muralha. A chamada Grande Muralha foi erguida para proteger a China das guerras e das invasões. A Muralha não evitou conflitos nem parou os invasores. Possivelmente, morreram mais chineses construindo a Muralha do que vítimas das invasões que realmente aconteceram. Diz-se que alguns dos trabalhadores que morreram foram emparedados na sua própria construção. Esses corpos convertidos em muro e pedra são uma metáfora de quanto o medo nos pode aprisionar.

Há muros que separam nações, há muros que dividem pobres e ricos. Mas não há hoje no mundo muro que separe os que têm medo dos que não têm medo. Sob as mesmas nuvens cinzentas vivemos todos nós, do sul e do norte, do ocidente e do oriente… Citarei Eduardo Galeano acerca disso que é o medo global:

“Os que trabalham têm medo de perder o trabalho. Os que não trabalham têm medo de nunca encontrar trabalho. Quando não têm medo da fome, têm medo da comida. Os civis têm medo dos militares, os militares têm medo da falta de armas, as armas têm medo da falta de guerras.”

E, se calhar, acrescento agora eu, há quem tenha medo que o medo acabe.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Incêndios em favelas. Limpeza urbana em andamento.

"Essa história de incêndio nas favelas de áreas nobres de São Paulo é assunto para esclarecimento policial faz tempo." diz um comentário na postagem 

Mais um incêndio em favela de São Paulo, mais famílias sem teto no blog da Raquel Ronik.


A sequencia de incêndios em favelas de São Paulo é preocupante. Algumas sofrem recorrentemente e curiosamente sempre em locais de especulação imobiliária...

O que acontece na Zona Sul de São Paulo em bairros como o Morumbi não é mais luta de classes, é ódio de classes. É a burguesada com ódio dos pobres nas ruas e favelas logo na janela de suas casas e a expressão "quero mais é que se explodam" está cada vez mais realidade.

Em locais de contradição tão explícita é que devemos esperar movimentos transformadores. 
É o contrário da fala do último entrevistado no vídeo, não se pode calar. Tem que transformar.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Natal na crise? Fogo na árvore

Teu país está em crise? Você tá na merda? O povo tá se fodendo com impostos e perdas de garantias? Os jovens e idosos não tem empregos?

E seu governo vem fazer árvorezinha de natal?

Taca fogo!

É com esse exemplo grego de 2008

Natal grego de 2008

Ou como na Argentina neste ano.

Natal argentino de 2011

Na Argentina foram espalhados por toda a Plaza de Mayo fotos gigantes da repressão policial aos manifestantes que pediam que o, então, presidente Fernando de La Rúa deixasse o cargo.
A exposição que acaba hoje foi realizada pela Associação de Repórteres Fotográficos da Argentina (ARGRA)





Vamos lá galera, rumo à Avenida Paulista 2012!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Em defesa da liberdade de pesquisa científica

Em um claro ato de intimidação hospitais psiquiátricos de Sorocaba estão processando pesquisadores por denunciarem mortes e torturas em seus leitos.


Tal processo parece contraditório à recente notícia de que o grupo FLAMAS (Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba) receberá no próximo dia 9 em Brasília uma premiação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República na categoria Combate à Tortura.


Marcos Garcia, que realizou pesquisa que apurou mortes no setor psiquiátrico e cujos resultados foram discutidos na esfera do Flamas, acredita que ela tenha contribuído para a obtenção do prêmio: "A pesquisa suscitou fiscalizações e auditorias que confirmaram violações de direitos humanos."

De acordo com a pesquisa, num universo de sete hospitais psiquiátricos de Sorocaba e região, ocorreram 825 mortes entre janeiro de 2004 e julho de 2011, enquanto que no mesmo período em 19 hospitais do Estado de São Paulo, foram contabilizadas 808 mortes. Seis hospitais reagiram, entrando com ações indenizatórias contra Marcos Garcia e Lúcio Costa. (http://www.sinpsi.org/noticias.php?id=1746)

Em nome da defesa da liberdade de pesquisa o pesquisador Marcos Garcia lançou um site no qual expõe de forma clara todos os acontecimentos e pede apoio por meio de um abaixo assinado.


Confira, assine e divulgue


Os hospitais psiquiátricos privados da região de Sorocaba abriram um processo pedindo indenização por danos morais e materiais contra o Prof. Dr. Marcos R. V. Garcia, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) pela divulgação de pesquisa que investigou os óbitos ocorridos nestes hospitais.

O presente blog tem o objetivo de informar à comunidade científica brasileira e aos demais interessados sobre este precedente perigoso de tentativa de cerceamento à liberdade de pesquisa no Brasil e de divulgar os apoios ao referido pesquisador.

Related Posts with Thumbnails